Ao fim do meu dia de aniversário, só me ocorre dizer uma coisa: que bom seria que os senhores que mandam no mundo um dia (se possível, em breve) pegassem naquela frase muito conhecida e a alterassem para algo como...

(again... clicar, ver e tal... e voltar! obrigado!)
Bem Vinda, Sara! Já dominas o meu auto-rádio em grande estilo!
Esta é a última foto que tenho tua. Provavelmente já diz tudo o que te queria dizer mas mesmo assim, ponho por escrito algumas das coisas que te vou "dizendo". Saíste há um ano. Sei que não voltas mas espero que estejas feliz, orgulhosa do que sou hoje, do que já fiz e do que quero ainda fazer. Não me viste a trabalhar na Holanda, como te prometi mostrar (espero que, ainda assim, me tenhas espreitado, de onde estás) e não estiveste no meu casamento, que sei que seria uma verdadeira felicidade imensa para ti (fiz-te um brinde, sozinho, no escuro do parque de estacionamento - espero que tenhas visto). Mas hoje, um ano depois de saíres de cá, quero dizer-te que estou bem, que continuo (hoje mais do que ontem e menos do que amanhã) a usar tudo o que me ensinaste e a lembrar o amor que me deste. A tua casa está fria e triste. Tem lá umas coisas minhas, espero que isso te alegre. E espero que não te importes mas, porque não sei o que o futuro reserva, tirei-lhe umas fotos, para mais tarde (te) recordar.
Beijo GRANDE!
Vamos "falando", ok?
Está aberta uma nova discussão em casa. A questão que coloquei à ponderação do casal foi: Devemos ou não fazer a aquisição de um aparelho medidor do peso correspondente à massa corporal humana (vulgo, balança)?
A primeira reacção da esposa foi: «Posso sempre trazer a balança que tenho em Setúbal», ao que lhe perguntei se a dita não seria uma daquelas que fala e dá reprimendas ao pessoal por estar, digamos, rechonchudo. Resposta: «Não. É básica.»
Aí percebi que devo, muito provavelmente, ter tocado num ponto sensível da individualidade que é a minha cara-metade. Isto porque, sendo a balança (a tal que ainda está em Setúbal) intelectualmente inferior a uma dessas que articula palavras para envergonhar a malta, isso não significa que seja necessário (e até aceitável) insultá-la, intitulando-a de básica. Se não fala, não fala; nem bem, nem mal. Por isso, não prejudica ninguém, não faz mal seja a quem for. Pronto.
Pressinto que esta discussão (que hoje começou) ainda só viu mesmo o seu primeiro episódio. Palpita-me que esta “aparente” animosidade da minha mulher (que até magra e maneirinha) em relação à balança possa ter alguma origem misteriosa… Será…?
:-)
Confessa admiradora desta ideia e bem impressionada com o acompanhamento de cenouras ao habitual hamburger, agora a minha cara-metade, pede-me que, mesmo na confecção caseira da iguaria maior da fast food mundial, o resultado final seja este.
E, pelos vistos, a cenoura faz tanto sucesso em casa, no prato junto ao hamburger, como faz no Happy Meal do McDonalds.