terça-feira

Errata


Talvez... este Vol.2 da Banda Sonora da série "Grey's Anatomy" (de que falei há 3 post's atrás) seja um bocadinho melhor que o Vol.1 (o tal que aparece na foto desse post). Se calhar... então... quero esse para o Natal em vez do outro. Ou então... os dois (até porque é o 1º que tem o tema do genérico)!... Que raio! A pedir-se... ao menos que se peça em grande!... Não!?!...

Está bem... ok...

sexta-feira

Pequenos prazeres da vida - XIII


Falar - ainda que à pressa - com alguém que mais não é para um "puto" de 30 anos do que uma ENORME referência histórica do desporto português (e mundial, diria eu) e essa pessoa - não me conhecendo de lado nenhum - cumprimentar o "puto" com aperto de mão firme e sorriso aberto e simpático genuínos. José Augusto (bi-campeão europeu pelo Benfica e jogador da selecção de '66 no Mundial de Inglaterra)... nunca o vi jogar, senão pelas imagens de arquivo da televisão. O que sempre me pareceu por esses videos é que havia ali muita elegância na forma de jogar, um "charme" de jogar bonito e eficaz, uma solidariedade difícil de encontrar a não ser nas GRANDES equipas. José Augusto... falei há pouco com ele. Foi, de facto, um grande prazer. Acima de tudo pela simples e notável simpatia com que aquele primeiro "Olá! Está bom! Claro que posso falar consigo! O prazer é todo meu!" foi abrilhantado. Eu ao pé do José Augusto não sou ninguém. Posso ser o que sou profissionalmente mas ao pé dele não sou nada, de facto. Tratou-me naqueles breves instantes como merecedor da sua total atenção e maior simpatia. E isso é um verdadeiro privilégio. Grande José Augusto! O prazer... foi TODO MEU!

Pequenos prazeres da vida - XII


Sair do trabalho às 2 da manhã depois de 12 horas consecutivas de serviço e o ar, apesar de frio, cheirar bem. Realmente, há coisas a que só se dá valor em circunstâncias muito especiais.

quarta-feira

Vício Supremo - II




Sempre gostei de séries "calminhas". "Começar de Novo" ("Once & Again), "Tal mãe, tal filha" ("Gilmore Girls") e até a "Casos Arquivados" ("Cold Case" - a mais "calma" das séries policiais da actualidade, parece-me) são o exemplo disso. Séries em que os acontecimentos levam algum tempo a suceder sem "mastigar" e sem a necessidade da precipitação para o clímax, tão usada em outros programas como os "C.S.I", "E.R. - Serviço de Urgências", "Pretender" e tantos outros. Não quero ser mal interpretado... eu gosto muito dessas séries também. Mas poder ver e pensar ao mesmo tempo não só no que vejo, mas sim também no que isso me faz sentir é para mim algo de impagável e que só alguns (muito poucos produtos mediáticos - programas, séries ou filmes) conseguem. Em filmes, "Cinema Paraíso" e "Lost in Translation" são (calmas) obras-primas, se bem que "Vidas Simples" (um filminho com Paul Newman - já bem velhote - e Bruce Willis, com a companhia de Melanie Grifith) não lhes fica atás em termos de tempo para saborear as cenas e perceber que ali há conteúdo muito mais do que apenas visual. Mas... de volta às séries. Sempre gostei delas "calminhas", como já disse. E agora "encontrei" outra. "Anatomia de Grey" ("Grey's Anatomy") é simplesmente viciante. Algo novelesca (muita relação amorosa entre médicos e tal) mas nada foleira, bem pelo contrário. A ajudar... a beleza dos olhos pequeninos da protagonista, Meredith Grey (interpretada por Ellen Pompeo) e os olhares trocados pelas várias personagens, a fazer sentir cada episódio, muito mais do que apenas a ver e ouvi-lo. Uma pequena preciosidade sem a qual não planeio passar tão brevemente quanto isso. Agora tento vê-la na Fox Life todos os dias... para evitar ter de comprar as temporadas inteiras em DVD. Mas se calhar, um dia destes,... lá terá de ser...!

PS: A quem souber onde posso encontrar a Banda Sonora Original da série (a imagem é a da capa do CD em causa)... que me diga. Ou então... não diga... mas tenha em conta que o Natal está mesmo aí.

terça-feira

(Só um pouco de) Raiva


Ter o horário vespertino no trabalho significa que o descanso matinal supostamente está assegurado. Supostamente. Nem sempre está. Toca o telefone e tudo o que estava planeado para ser feito (ou o NADA a fazer, simplesmente) durante a manhã... esvai-se nessa curta chamada telefónica. No caso de hoje, ainda na cama, planeava-se (em alternativa) um revigorante "pastelar" até à hora do almoço ou um retorno ao jogging há muito adiado. Na verdade, e apesar de estar muito motivado para calçar o sapatilhame e ir correr, a hipótese "ronha" ia levando alguma vantagem... mas o telefone tocou... e nem uma nem outra. No fundo, o que aconteceu foi uma espécie de ronha apressada. Levantar dali a pouco, fazer a barba à pressa, tomar banho, vestir e comer "qualquer coisa"... tudo enquanto se tentava deitar o olho à actual série televisiva favorita, que brinda as minhas manhãs de ronha em dias de horário vespertino. E que episódio fantástico era...! Ou seja, não fiz nada do que tinha a fazer com a calma (e correspondente qualidade) devida, tal como não consegui ver a série com a calma com que merecia ser vista. Ainda para mais, a chuva, o frio e o piso escorregadio brindaram a minha precipitada saída de casa para o trabalho... Mas o pior de tudo foi chegar ao emprego e o serviço (o tal que justificava o telefonema madrugador) ter sido suspenso. Foi bom... foi bom... Estou só com um pouco de raiva.

domingo

Para onde foi o meu Verão...?


Chove a cântaros em Lisboa. Sair para o trabalho logo de manhã debaixo de um "dilúvio" é mau. Sair do trabalho para o almoço nas mesmas condições é péssimo. Retornar ao trabalho com lençóis de água em tudo o que é estrada... é uma estucha que sabe Deus!... Já há umas noites também foi assim. Saí do trabalho perto da meia-noite. Chovia que tolhia. Trabalhei todo o dia e toda a noite, até àquela "bela" hora. E isso fez-me lembrar que há mais de sete meses que não folgo mais de 3 dias consecutivos (quanto mais tirar as férias que já me são devidas). Mas também... com este tempo... de que tipo de folgas (ou férias) posso desfrutar?!... Fez-me lembrar também que este ano só fiz três dias (não completos sequer) de praia. Fez-me, no fundo, perguntar... para onde foi o meu verão?!?...

quinta-feira

Eu, o Jamie e a Liliana


Há já bastante tempo que desejo ver alguns escritos meus a "sujar" folhas de papel, daquelas devidamente agrupadas, coladas, encapadas e colocadas numa qualquer prateleira de um super ou hipermercado, estrategicamente de frente para as revistas de mexericos, se possível com um código de barras num dos cantos, uma etiqueta com algarismos e o símbolo "€" inclusos. É um desejo legítimo como outro qualquer, acho eu. Como querer comer gelado num dia de frio a valer ou apetecer vestir roupas demasiadamente apertadas só porque sim, mesmo que fique foleiro e seja desconfortável. É algo em que penso desde jovem e que, com esta coisa os blog's, se tornou numa ideia mais cativante e até mais "próxima", de alguma forma. Talvez aquilo que eu escrevo não seja propiamente material de qualidade tal que as editoras se deitem à porrada entre elas para conseguir o exclusivo da coisa (gostava eu que alguma se dignasse simplesmente a olhar para os textos, quanto mais...) mas entrar actualmente numa livraria dá-me sempre muito que pensar. Não que goste de ler... por que não gosto. Mas ir à livraria significa para mim ver o que há, o que se faz, o que é dado às pessoas a ler ou a descobrir. Por exemplo, nesse mundo (livreiro) acho que há livros tão simples que roçam a genialidade e só me apetece pegar neles ao molho e fugir porta fora com eles sem os pagar (até porque são caros que tolhe!...), como são os do "puto-cozinheiro-supestar" inglês Jamie Olviver, cujo livro de receitas "Jamie's Dinners" mais cedo ou mais tarde há-de fazer parte do meu pecúlio. Não é uma "jóia" da leitura mas, como produto, aquela edição (e outras do mesmo autor ou do mesmo género) faz sentido. Ou seja, com o Jamie Oliver estou eu muito bem, no fundo. Com ele e com mais 89% de quem publica livros neste mundo. Só me chateia mesmo a existência dos outros 10% dos livros, editados só porque o "autor" (ou o nome que as editoras colocam como sendo do autor) é alguém famoso (mas tão oco que qualquer pessoa com meio pao de testa percebe que não escreveu sequer uma linha). Dois exemplos: Fátimas Lopes (SIC) é actualmente a mais vendida (sim... pode ser lida de várias formas, esta frase) e Liliana Santos (RTP) também tem um livro, apesar de raramente conseguir articular frases completas e/ou com lógica (o forte dela - vide foto - é mesmo estar em silêncio, diria). Se há inveja da minha parte...? Talvez. Mas mais do que isso, há a sensação de que as linhas que escrevo talvez pudessem ser avaliadas (e serem apreciadas ou odiadas) por mais gente. Logo se vê. Até lá... vou repensar as minhas idas à livaria.

terça-feira

Senhores da TMN:


Bem sei que estou a dever-vos dinheiro das facturas que chegaram em Setembro. O atraso no pagamento das contas do telefone e da net não é coisa bonita e, de facto, nem sequer é coisa que eu goste que aconteça. Mas, com a mudança de casa e respectiva alteração de moradas, a coisa não foi fácil. As facturas chegaram... há coisa de uma semana e, entretanto, a malta está curta de guitos. Aliás, os senhores até nem deviam queixar-se muito já que, há poucos dias, por extrema necessidade (o K@moto - o antigo telemóvel - pifou assim tipo... "à grande") dispensei 100€ dos meus para comprar um telemóvel novo dos vossos. Lá está... o dinheiro que gastei numa coisa... não o tenho agora para gastar noutra. Mais... A viatura também está a precisar de ir à oficina porque o motor vai abaixo em tudo o que é rotunda e/ou cruzamento. Acredito que são sensíveis ao facto de um cliente vosso (com telemóvel TMN novinho e tudo) possa ser-vos mais útil a pagar as contas com algum atraso do que passado a ferro por um carro por causa do dele ter ficado parado a meio de um cruzamento muito movimentado, não pagando mais conta nenhuma. Não sei... digo eu que acho que é melhor uma coisa do que a outra... Mas eu sou meio suspeito para falar... concordo. Seja como for, aqui fica o meu apelo e um pequeno mimo, em jeito de compensação pelo atraso no pagamento: publicidade GRÁTIS!!!
Espero que o gesto vos ajude a terem um pouco mais de paciência com este vosso cliente.

Obrigado!

sábado

Velhice Cibernética



A internet tem destas coisas. De um momento para o outro... é-se velho mesmo sem se saber bem como... nem por quê. Acabo de fazer um registo online para colocação de clips de música em blogs (nomeadamente aqui muito em breve). O formlário pede-me os dados e, entre eles, o ano de nascimento. Ora... se 1976 não está entre os 1ºs que a barra de opções (graaaaande) "oferece" e tenho de recorrer à barra de scroll para chegar ao dito para o escolher... só posso estar velho!...


Lamentável.

sexta-feira

Sexta-Feira,...



Mais uma. E, até agora, não me sinto particularmente azarado. Não caí em casa, não parti a tijela do pequeno-almoço e o gato ainda não arranhou. Está tudo a corer bem, portanto. Talvez aproveite e vá registar o EuroMilhões. De facto, ainda não senti qualquer tipo de azar hoje. Mas - valha a verdade - o dia ainda não acabou...


PS: Já depois de escrever as linhas anteriores, encontrei uma moeda de 1€ no cesto da lavandaria caseira. Bom... vou mesmo registar o EuroMilhões...!

terça-feira

So 80's!...



Confesso que por vezes me custa admitir, embora não me custe nada gostar. De quê? Dos anos 80, da música e da verdadeira foleirada que aquela década foi. Mas uma foleirada divertida... e muitas vezes genial. Esta manhã, em coisa de 10 minutos, consegui ver e ouvir o impensável. Parei no VH1 para ouvir uma das minha canções favoritas, "Come On Eileen", dos Dexys Midnight Runners. Tudo muito bem... só que o aspectozinho deles...


...absolutamente lamentável. As jardineiras... sujas... encardidas. Os lencinhos vermelhos ao pescoço... sabe Deus. As barbas por fazer e os cabelos despenteados e a clamar por um corte à séria... Tudo muito mau... excepto a música. Essa será eterna. Mas muito melhor se ouvida sem o recurso ao teledisco, creio eu.

Logo a seguir... New Order, "Blue Monday", uma música mil vezes usada pela RTP, há muitos anos, para apresentar os golos da jornada na 1ª Divisão, a trazer recordações de imagens mal tiradas e de slowmotions também eles lamentáveis... Enfim...

Por fim, uma daquelas artistas que apareceu e desapareceu no 80's, como tantos outros cantores. Uma Maria Vidal... Never heard of her, confesso. Mas o video... BreakDance em teledisco de menina branca certinha, "bem" vestida e "bem" penteada... BreakDance até à exaustão... Sintetizadores aos rubro... Foleirada a rodos... Depois acabou. Acabou o programa dos "remembers" e voltou a emissão normal. Van Morrison, Semisonic e Corinne Bailey Rae ajudam a fugir da foleirada genial dos anos 80 e a regressar à terra firma da realidade, necessária para dali a um pouco, voltar ao trabalho. Ufa!...

segunda-feira

Vício Supremo

Graças a Deus (e a Amy Sherman-Palladino, a criadora)... há séries assim. Só lhe conheço a 1ª temporada (que agora ando a rever em DVD) mas já sei que tem pelo menos 5. E já faço contas de cabeça para ir à caça da 2ª, 3ª, 4ª e... 5ª temporadas (e agora vejo que há... também uma 6ª!!!). Sobre a série acho que já aqui falei (não tenho a certeza), mas resume-se a uma palavra: EXCELENTE. Babo-me por Lauren Graham em cada plano que ela aparece, fico mais inteligente a cada diálogo que oiço, divirto-me com cada piada dita (nem que seja a mais de "120km/h", tal é a rapidez dos diálogos). Os DVD's da 1ª temporada estão a chegar ao fim. Já olho para dentro da carteira e para as prateleiras da FNAC e do MediaMarkt... Talvez a Season 2 já não demore a chegar ao aparelho lá de casa...

sexta-feira

Chama-me Tomé


Bem sei que as "últimas" relatam algo parecido com "Se calhar... há futuro assegurado para ti no sítio em que sempre quiseste estar!". Mas eu - desconfiado, de pé atrás, "queimado"... - prefiro esperar para ver. Quando acontecer... aconteceu. E se não for nesse (neste) sítio... será noutro, onde - acredito - continuarei a fazer o melhor que saiba e possa. Sim... estou meio como São Tomé. Esperar para ver e ver para crer... também é uma virtude. Pelo menos... espero que seja.

quarta-feira

De Mãos Dadas


Todas estas coisas andam, na minha opinião, de mãos dadas.
  • Trabalho
  • Mais trabalho
  • Pouco tempo
  • Cansaço
  • Neura
  • Mais trabalho
  • Sono mal dormido
  • Dores de cabeça
  • "Refeições" pouco dignas desse nome
  • Mais trabalho
  • Algum sentimento de injustiça
  • Mais cansaço
  • Necessidade de férias quanto antes

Enfim... não tenho "mãos" a medir, ultimamente.

terça-feira

Que bom...


... dizer "Prazer em conhecer!" e não soar a falso, simplesmente, porque é dito com sincerdidade.

domingo

Há loucura em Queijas!


Acho de todo em todo positivo que de vez em quando surja algo que genuinamente me surpreenda. Não que eu próprio seja fã de surpresas mas, uma vez por outra, sabe bem ser levado a pensar que quando se toma uma decisão de, por exemplo, onde jantar, não há a menor ideia de que se acaba a noite a comer farturas e a andar de carros de choque, porque na terra do restaurante chinês está a acontecer um arraial. De facto, pode acontecer... e aconteceu. Na insuspeitíssima vila de Queijas - onde há um "chinês" porreiro, com boas gambas - havia festa de São Miguel. Bancas com muitas meias, boxers, cintos, bijutarias, brinquedos, toalhas de mesa, turcos, baterias de telemóvel e óculos de sol para vender... Barracas de fartruras, churros e pipocas... E carrocéis! Carros de choque e tudo, inclusivamente com direito à indispensável música em altos berros... bem no meio das casas (coitados dos moradores!...). Foi bom saber que há loucura em Queijas, uma terra onde a maior emoção, normalmente, consiste em saber se há muitos carros parados na bomba da Galp, junto à rotunda e - amiúde - quando a selecção de futebol passa no autocarro do Estádio Nacional para o Hotel Amazónia, ali ao lado. Mais de resto... nada. E só lá vou mesmo para os "clépes" e para as gambas com cogumelos chineses, tal como desta vez... que só lá fui para isso mesmo. Mas desta vez isso ficou para segundo plano. Porque havia... loucura em Queijas. Havia festa, carros de choque (voltei a andar, talvez uns 4 anos depois...), farturas, tremoços e pevides, que depois vieram para casa, a fim de "morrerem" à mercê de uma implacável garrafa de cerveja.
* * * * *
PS: Por falar em Queijas e em surpresas... Quem diria que seria possível em menos de 50 metros (e na mesma rua) haver uma verdadeira impossibilidade estatística. Vide imagens "apenses". Relembro que são estabelecimentos reais, ambos situados numa mesma rua... de Queijas, claro está!...

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PS(2): Tenho uma afta muito incomodativa mesmo no canto direito do lábio. Sendo que a descobri para lá das 8 da manhã... será que pode ser considerada uma... "Afta Eight"...?!...